Espanha vence a Bélgica e vai enfrentar a França na semifinal
A Espanha está nas semifinais da Copa do Mundo de 2026 sob comando do treinador Luis de la Fuente. No entanto, outros dois técnicos também espanhóis têm participação indireta importantíssima para colocar a Fúria entre as quatro melhores seleções do Mundial: Pep Guardiola e Mikel Arteta.
+ Veja a tabela da Copa do Mundo
A explicação tem nome e sobrenome: Mikel Merino. O meia central se tornou quase um atacante nas mãos do espanhol Mikel Arteta por necessidade.
Sem Gabriel Jesus e Kai Havertz, Arteta precisou encontrar em seu elenco no Arsenal um substituto para atuar em seu esquema como um falso 9, algo que ele aprendeu com seu mentor, Pep Guardiola, um dos maiores treinadores da história do futebol.
Merino – Espanha x Bélgica – Copa do Mundo – Quartas de Final
REUTERS/Kai Pfaffenbach
No clube inglês, Merino provou que funcionava naquela função. O número de gols não foi exorbitante em nenhuma das duas temporadas, mas sua importância para o funcionamento do time era enorme. Neste ano, enquanto esteve lesionado na segunda metade da temporada, o Arsenal sentiu.
Na seleção, foi justamente na nova função que Merino ganhou destaque e passou a ser decisivo. Foram dele os gols que classificaram a Espanha nas últimas duas fases eliminatórias: contra Portugal, aos 46 do segundo tempo, e Bélgica, aos 43 da segunda etapa.
Mas se engana quem pensa que isso é novidade para o torcedor espanhol. Merino tinha decidido outros jogos importantes pela Fúria, sobretudo o duelo de quartas de final da Eurocopa de 2024, quando marcou no apagar das luzes da prorrogação contra a Alemanha e fez os espanhóis avançarem. Também marcou aos 48 do segundo tempo nas quartas da Liga das Nações para empatar o duelo com a Holanda.
Mikel Merino comemora gol da Espanha contra a Alemanha, na Eurocopa
REUTERS/Heiko Becker
Aos 30 anos, Mikel Merino vive há dois anos uma fase diferente na carreira. No Arsenal, foram 15 gols e oito assistências em 78 jogos, sendo que a temporada 2024/25 foi a mais artilheira da carreira com nove bolas nas redes.
Se não é titular da Fúria, o meia que foi convertido em atacante por um técnico espanhol aprendiz de outro espanhol, tem se tornado letal vindo do banco. É a “arma secreta” que a Espanha não vai ter medo de usar nesta terça-feira, às 16h, em Dallas, na semifinal contra a França.
Há 16 anos, Iniesta marcava e Espanha conquistava a Copa do Mundo
A Espanha está nas semifinais da Copa do Mundo de 2026 sob comando do treinador Luis de la Fuente. No entanto, outros dois técnicos também espanhóis têm participação indireta importantíssima para colocar a Fúria entre as quatro melhores seleções do Mundial: Pep Guardiola e Mikel Arteta.
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Merino – Espanha x Bélgica – Copa do Mundo – Quartas de Final
REUTERS/Kai Pfaffenbach
No clube inglês, Merino provou que funcionava naquela função. O número de gols não foi exorbitante em nenhuma das duas temporadas, mas sua importância para o funcionamento do time era enorme. Neste ano, enquanto esteve lesionado na segunda metade da temporada, o Arsenal sentiu.
Na seleção, foi justamente na nova função que Merino ganhou destaque e passou a ser decisivo. Foram dele os gols que classificaram a Espanha nas últimas duas fases eliminatórias: contra Portugal, aos 46 do segundo tempo, e Bélgica, aos 43 da segunda etapa.
Mas se engana quem pensa que isso é novidade para o torcedor espanhol. Merino tinha decidido outros jogos importantes pela Fúria, sobretudo o duelo de quartas de final da Eurocopa de 2024, quando marcou no apagar das luzes da prorrogação contra a Alemanha e fez os espanhóis avançarem. Também marcou aos 48 do segundo tempo nas quartas da Liga das Nações para empatar o duelo com a Holanda.
Mikel Merino comemora gol da Espanha contra a Alemanha, na Eurocopa
REUTERS/Heiko Becker
Aos 30 anos, Mikel Merino vive há dois anos uma fase diferente na carreira. No Arsenal, foram 15 gols e oito assistências em 78 jogos, sendo que a temporada 2024/25 foi a mais artilheira da carreira com nove bolas nas redes.
Se não é titular da Fúria, o meia que foi convertido em atacante por um técnico espanhol aprendiz de outro espanhol, tem se tornado letal vindo do banco. É a “arma secreta” que a Espanha não vai ter medo de usar nesta terça-feira, às 16h, em Dallas, na semifinal contra a França.
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