Alexander Isak e Viktor Gyokeres. Poucas seleções desta Copa do Mundo podem escalar uma dupla de ataque que se complemente tão bem e corresponda bastante tecnicamente. A Suécia soube utilizá-los perfeitamente para estrear com um triunfo por 5×1 sobre a confusa Tunísia, na noite deste domingo em Monterrey. A seleção do norte europeu lidera o Grupo F.
A seleção africana cometeu diferentes vacilos ao longo da partida. Protegeu mal a profundidade no precoce primeiro gol sofrido. Teve em Chamakh um goleiro inseguro, e errou de forma infantil na saída de bola quando parecia perto de pressionar para empatar. O saldo de gols construído pela Suécia deve garantir vaga na próxima fase, mesmo que seja derrotada por Holanda e Japão.
Escalações
Graham Potter escalou a Suécia no seu usual 3-5-2. Escolheu peças bem ofensivas para a ala-direita e o meio-campo. Isak e Gyokeres formaram a dupla de frente. Já Sabri Lamouchi reforçou o sistema defensivo. Não escalava linha de cinco na defesa há algum tempo. Ben Hamida atuou como zagueiro e Ali Abdi foi o ala-esquerdo. Elias Saad e Slimane formaram o ataque.
Como Suécia e Tunísia iniciaram o duelo válido pela 1ª rodada do Grupo F da Copa do Mundo 2026
Rodrigo Coutinho
O jogo
A proposta tunisiana de marcar primeiro, para forçar erros e contragolpear na sequência, foi abalada logo aos seis minutos. Lindelof acertou um lançamento primoroso para Isak nas costas de Talbi. Chamakh saiu do gol, mas não afastou. Talbi salvou a finalização de Gyokeres quase em cima da linha. A bola sobrou para Ayari acertar um ”pombo” no ângulo e afetar totalmente a estratégia adversária.
O meia, filho de um tunisiano, não comemorou em respeito ao país de seu pai. Mesmo com a vantagem, a Suécia não abriu mão de ter a bola e se instalar no campo rival. Contava com a coordenação da dupla Isak-Gyokeres. O primeiro fazia movimentos em busca de profundidade, traçava diagonais entre os zagueiros. O segundo trabalhava mais vezes de costas para o gol. Segurava a bola.
Os alas ocupavam os flancos, mas Bernhardsson era mais agudo que Gudmundsson. Nygren acrescentava toques de qualidade pela faixa central, e Ayari oferecia dinâmica com sua movimentação incessante. A Tunísia conseguiu intensificar os combates e pressionar a bola quando a Suécia pisava na intermediária. Com a posse, mostrava leveza e liberdade de movimentos pelo meio.
Ayari em gol da Suécia sobre a Tunísia
Hector Vivas – FIFA/FIFA via Getty Images
Hannibal Mejbri era o centro das atenções. Elias Saad e Slimane tentavam se conectar. Vallery participava pelo flanco direito, mas pecava na parte técnica. A Suécia era um pouco permissiva em sua intermediária defensiva, mas negava acessos a sua área com segurança. Exposta e sem criatividade, a equipe africana acabou pagando caro com o contragolpe sueco.
Gyokeres recebeu de Nygren no pivô, sustentou e acionou Isak, que acelerou, passou por Talbi e bateu para ampliar o placar. Chamakh foi mal novamente. A Tunísia se desmobilizou do jogo por alguns momentos. Ficou abalada com o tento sofrido, e isso quase fez com que a Suécia deslanchasse de vez no placar. As jogadas dos europeus passaram a encaixar com maior frequência e levar perigo.
Um rebote de um lateral cobrado na área, porém, fez com que as Águia de Cartago voltassem para o jogo. Hannibal aproveitou a presença dos zagueiros na área e cruzou para Rekik diminuir o placar na reta final do 1º tempo. O cenário deu ânimo para que a Tunísia voltasse mais ofensiva na 2ª etapa, trocando passes por mais tempo dentro do campo oponente e rondando a área.
Suécia x Tunísia – Copa do Mundo
Carl Recine/Getty Images
Mudou também a forma de pressionar a saída de bola sueca. Mejbri se projetava entre Slimane e Saad para individualizar o combate nos três zagueiros adversários. Isso dificultou o avanço regular do time europeu rumo ao campo de ataque. Mais ligações diretas passaram a ser feitas. Quando parecia entrar em um momento de mais dificuldade no jogo, a Suécia recebeu um presente.
Skhiri tentou driblar Isak na saída de bola africana e foi desarmado com facilidade. Gyokeres ficou com ela e bateu na saída do goleiro para ampliar. Graham Potter começou a mexer no time na sequência. Gudmundsson sentiu a coxa e deu lugar a Stroud. Bergvall substituiu Nygran para reforçar a marcação no meio-campo.
Sabri Lamouchi fez três trocas de uma vez depois da parada hidratação. Achouri, Mahmoud e Tounekti entraram nas vagas de Skhiri, Valery e Elias Saad. Hannibal foi recuado para volante. Na sequência queimou as outras duas. Slimane e Rani Khedira deram lugar a Gharbi e Chaouat.
A Suécia só voltou a fazer mexidas perto dos 40 minutos. Svanberg entrou no lugar de Karlstrom, e no seu primeiro toque na bola fez o quarto gol de sua seleção. Isak desviou uma cobrança de falta na área e o volante bateu firme para estufar a rede. Os europeus ainda marcaram o quinto em novo petardo de Ayari de fora da área. A Tunísia esteve totalmente entregue depois da falha de Skhiri.
A seleção africana cometeu diferentes vacilos ao longo da partida. Protegeu mal a profundidade no precoce primeiro gol sofrido. Teve em Chamakh um goleiro inseguro, e errou de forma infantil na saída de bola quando parecia perto de pressionar para empatar. O saldo de gols construído pela Suécia deve garantir vaga na próxima fase, mesmo que seja derrotada por Holanda e Japão.
Escalações
Graham Potter escalou a Suécia no seu usual 3-5-2. Escolheu peças bem ofensivas para a ala-direita e o meio-campo. Isak e Gyokeres formaram a dupla de frente. Já Sabri Lamouchi reforçou o sistema defensivo. Não escalava linha de cinco na defesa há algum tempo. Ben Hamida atuou como zagueiro e Ali Abdi foi o ala-esquerdo. Elias Saad e Slimane formaram o ataque.
Como Suécia e Tunísia iniciaram o duelo válido pela 1ª rodada do Grupo F da Copa do Mundo 2026
Rodrigo Coutinho
O jogo
A proposta tunisiana de marcar primeiro, para forçar erros e contragolpear na sequência, foi abalada logo aos seis minutos. Lindelof acertou um lançamento primoroso para Isak nas costas de Talbi. Chamakh saiu do gol, mas não afastou. Talbi salvou a finalização de Gyokeres quase em cima da linha. A bola sobrou para Ayari acertar um ”pombo” no ângulo e afetar totalmente a estratégia adversária.
O meia, filho de um tunisiano, não comemorou em respeito ao país de seu pai. Mesmo com a vantagem, a Suécia não abriu mão de ter a bola e se instalar no campo rival. Contava com a coordenação da dupla Isak-Gyokeres. O primeiro fazia movimentos em busca de profundidade, traçava diagonais entre os zagueiros. O segundo trabalhava mais vezes de costas para o gol. Segurava a bola.
Os alas ocupavam os flancos, mas Bernhardsson era mais agudo que Gudmundsson. Nygren acrescentava toques de qualidade pela faixa central, e Ayari oferecia dinâmica com sua movimentação incessante. A Tunísia conseguiu intensificar os combates e pressionar a bola quando a Suécia pisava na intermediária. Com a posse, mostrava leveza e liberdade de movimentos pelo meio.
Ayari em gol da Suécia sobre a Tunísia
Hector Vivas – FIFA/FIFA via Getty Images
Hannibal Mejbri era o centro das atenções. Elias Saad e Slimane tentavam se conectar. Vallery participava pelo flanco direito, mas pecava na parte técnica. A Suécia era um pouco permissiva em sua intermediária defensiva, mas negava acessos a sua área com segurança. Exposta e sem criatividade, a equipe africana acabou pagando caro com o contragolpe sueco.
Gyokeres recebeu de Nygren no pivô, sustentou e acionou Isak, que acelerou, passou por Talbi e bateu para ampliar o placar. Chamakh foi mal novamente. A Tunísia se desmobilizou do jogo por alguns momentos. Ficou abalada com o tento sofrido, e isso quase fez com que a Suécia deslanchasse de vez no placar. As jogadas dos europeus passaram a encaixar com maior frequência e levar perigo.
Um rebote de um lateral cobrado na área, porém, fez com que as Águia de Cartago voltassem para o jogo. Hannibal aproveitou a presença dos zagueiros na área e cruzou para Rekik diminuir o placar na reta final do 1º tempo. O cenário deu ânimo para que a Tunísia voltasse mais ofensiva na 2ª etapa, trocando passes por mais tempo dentro do campo oponente e rondando a área.
Suécia x Tunísia – Copa do Mundo
Carl Recine/Getty Images
Mudou também a forma de pressionar a saída de bola sueca. Mejbri se projetava entre Slimane e Saad para individualizar o combate nos três zagueiros adversários. Isso dificultou o avanço regular do time europeu rumo ao campo de ataque. Mais ligações diretas passaram a ser feitas. Quando parecia entrar em um momento de mais dificuldade no jogo, a Suécia recebeu um presente.
Skhiri tentou driblar Isak na saída de bola africana e foi desarmado com facilidade. Gyokeres ficou com ela e bateu na saída do goleiro para ampliar. Graham Potter começou a mexer no time na sequência. Gudmundsson sentiu a coxa e deu lugar a Stroud. Bergvall substituiu Nygran para reforçar a marcação no meio-campo.
Sabri Lamouchi fez três trocas de uma vez depois da parada hidratação. Achouri, Mahmoud e Tounekti entraram nas vagas de Skhiri, Valery e Elias Saad. Hannibal foi recuado para volante. Na sequência queimou as outras duas. Slimane e Rani Khedira deram lugar a Gharbi e Chaouat.
A Suécia só voltou a fazer mexidas perto dos 40 minutos. Svanberg entrou no lugar de Karlstrom, e no seu primeiro toque na bola fez o quarto gol de sua seleção. Isak desviou uma cobrança de falta na área e o volante bateu firme para estufar a rede. Os europeus ainda marcaram o quinto em novo petardo de Ayari de fora da área. A Tunísia esteve totalmente entregue depois da falha de Skhiri.