Veja a coletiva de Abel Ferreira após a vitória do Palmeiras sobre o Athletico-PR
Abel Ferreira tem pouco tempo para pensar. Entre os dias que separam a vitória sobre o Athletico, no sábado, pelo Brasileirão, da semifinal da Libertadores contra o Fluminense, na quarta-feira, o técnico precisa preparar mudanças, um plano estratégico e diante deste cenário, ao ser perguntado sobre ter tido tempo para pensar no adversário, fez um desabafo.
– A intensidade que se vive aqui é tão alta que às vezes vocês não entendem por que sou expulso ou tenho as reações que tenho – disse o técnico, respirando fundo.
– Só sabe o que é ser mãe, quem sente e passa por isso. Eu explicar o que eu sinto, o espírito competitivo, quando vocês querem que eu… no futebol eu dizia para os treinadores, que é quase criminoso como que ele é julgado, pelas viagens, noites sem dormir.
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Abel Ferreira desabafa: “Eu não mudei, eu sou o mesmo”
– Tenho 15 expulsões, todas no segundo tempo, todas de três em três meses. Umas justas, outras injustas, muitos se esquecem que levei seis jogos de castigo, mais três. Eu entendo que aqui de três em três meses os treinadores são despedidos e dá tempo para recuperar. O treinador do Palmeiras está há quase seis anos a competir de três em três dias.
Abel de fato tem 15 expulsões ao longo de quase seis anos no clube, sendo a maior parte delas no segundo tempo das partidas e espaçadas, com 2024 com o menor número de ocorrências (apenas uma). Três, porém, foram ainda no primeiro semestre: contra o Flamengo na Supercopa do Brasil 2021, Atlético-MG no Brasileiro de 2021 e Cuiabá no Brasileiro de 2023.
– Assim como os jogadores, treinador tem que lutar, sofrer, se superar. Cheguei a aprender e vou sair a aprender. Com este elenco, qualquer tática funciona.
Abel Ferreira durante treino do Palmeiras na Academia de Futebol
Cesar Greco
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Foi dentro desse contexto que fez a ironia sobre o time não ter repertório, em seguida emendando uma série de elogios ao elenco, que é desde o início da temporada considerado o melhor que já comandou.
– Já ganhei muito e perdi muito. A mesma fórmula às vezes funciona, outras não. Agora, quando temos jogadores com este espírito, um elenco que se dedica e apoia os colegas, sem ego e é grato a servir o Palmeiras, lutar por títulos, ir ao limite e se superar. Quando isto acontece, qualquer tática que o treinador escolher funciona – completa.
Contra o Fluminense, na quarta-feira, o treinador poderá contar com o capitão Gustavo Gómez e com o lateral-direito Giay, que estavam suspensos no fim de semana no Brasileiro e voltam à escalação titular, além de ter o grupo mais descansado, considerando que nomes como Arias e Marlon Freitas foram no sábado preservados do time titular.
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Abel Ferreira tem pouco tempo para pensar. Entre os dias que separam a vitória sobre o Athletico, no sábado, pelo Brasileirão, da semifinal da Libertadores contra o Fluminense, na quarta-feira, o técnico precisa preparar mudanças, um plano estratégico e diante deste cenário, ao ser perguntado sobre ter tido tempo para pensar no adversário, fez um desabafo.
– A intensidade que se vive aqui é tão alta que às vezes vocês não entendem por que sou expulso ou tenho as reações que tenho – disse o técnico, respirando fundo.
– Só sabe o que é ser mãe, quem sente e passa por isso. Eu explicar o que eu sinto, o espírito competitivo, quando vocês querem que eu… no futebol eu dizia para os treinadores, que é quase criminoso como que ele é julgado, pelas viagens, noites sem dormir.
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– Tenho 15 expulsões, todas no segundo tempo, todas de três em três meses. Umas justas, outras injustas, muitos se esquecem que levei seis jogos de castigo, mais três. Eu entendo que aqui de três em três meses os treinadores são despedidos e dá tempo para recuperar. O treinador do Palmeiras está há quase seis anos a competir de três em três dias.
Abel de fato tem 15 expulsões ao longo de quase seis anos no clube, sendo a maior parte delas no segundo tempo das partidas e espaçadas, com 2024 com o menor número de ocorrências (apenas uma). Três, porém, foram ainda no primeiro semestre: contra o Flamengo na Supercopa do Brasil 2021, Atlético-MG no Brasileiro de 2021 e Cuiabá no Brasileiro de 2023.
– Assim como os jogadores, treinador tem que lutar, sofrer, se superar. Cheguei a aprender e vou sair a aprender. Com este elenco, qualquer tática funciona.
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– Já ganhei muito e perdi muito. A mesma fórmula às vezes funciona, outras não. Agora, quando temos jogadores com este espírito, um elenco que se dedica e apoia os colegas, sem ego e é grato a servir o Palmeiras, lutar por títulos, ir ao limite e se superar. Quando isto acontece, qualquer tática que o treinador escolher funciona – completa.
Contra o Fluminense, na quarta-feira, o treinador poderá contar com o capitão Gustavo Gómez e com o lateral-direito Giay, que estavam suspensos no fim de semana no Brasileiro e voltam à escalação titular, além de ter o grupo mais descansado, considerando que nomes como Arias e Marlon Freitas foram no sábado preservados do time titular.
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