Botafogo 3 x 2 Mirassol | Melhores momentos | 9ª rodada | Brasileirão 2026
O Botafogo venceu o Mirassol por 3 a 2 nesta quarta-feira e saiu da zona de rebaixamento. O técnico interino Rodrigo Bellão conseguiu a primeira vitória após dois jogos no comando do time. Esta foi provavelmente sua despedida da equipe, que está acordada com o treinador Franclim Carvalho.
— Estou extremamente feliz. A vitória vai trazer confiança para a gente. Estou no futebol há quase 20 anos, e esse talvez seja um dos maiores aprendizados que tive na minha experiência toda. A gente conseguiu competir bem e, a partir do competir, o gol vem e isso dá confiança para a gente jogar melhor. Feliz pela oportunidade, por viver esse momento no Nilton Santos — disse Bellão.
+ Atuações do Botafogo: Alex Telles, Arthur Cabral e Edenilson são os melhores em vitória; dê suas notas
Com o resultado, o Botafogo chegou a nove pontos e pulou para a 12ª posição. O time ainda pode ser ultrapassado por até três equipes que ainda jogam na rodada (Bragantino, Santos e Atlético-MG/Chapecoense), mas não corre riscos de voltar para o Z-4 agora.
Novo técnico do Botafogo, Franclim Carvalho é esperado no Rio de Janeiro na noite desta quinta-feira para se apresentar ao clube. Com um pré-acordo já assinado, o português de 39 anos será o sucessor de Martín Anselmi, demitido há pouco menos de duas semanas.
Rodrigo Bellão, técnico interino do Botafogo
Alexandre Durão
Outras declarações de Bellão:
Justino
— Dar essa oportunidade para o Justino, que é capitão do sub-20, é uma cereja do bolo, me deixa mais feliz ainda.
Ajustes para não tomar mais gols
— Acho que os números estão aí, em relação a sofrer gols. É uma questão que eu tentei trabalhar bastante, minha ideia foi trabalhar consistência defensiva durante esse período. Não posso falar algo em relação à falta de comprometimento. São questões de ajustes, o que eu estou tentando fazer é trazer esse equilíbrio defensivo. Não é que a equipe defende mal, mas a falta de resultado vai gerando uma bola de neve que leva a isso. É importante manter uma consistência defensiva para dar um passo de cada vez. É isso que eu estou tentando desenvolver aqui.
Diferenças de trabalhar na base e no profissional
— Nesses 19 anos de carreira eu já trabalhei como profissional algumas vezes, flutuei entre base e profissional. O que o Botafogo me traz de experiência hoje é trabalhar com muitos jogadores de nível internacional. No meu clube anterior trabalhei com o Fernandinho, que foi capitão do Manchester City. O futebol é um funil, nem todos vão chegar no alto nível, e essa experiência me fez entender como lidar individualmente com o atleta. Em relação ao xadrez tático, hoje no sub-20 nós temos muitos treinadores capacitados. Estava conversando com o Guanaes, ele é um grande amigo meu, já o enfrentei antes. Há dez anos ele já era um bom treinador. Hoje a gente encontra grandes treinadores na base. No profissional, a grande diferença é o nível do jogador, você consegue mudar taticamente com maior facilidade.
Como você vê essa dificuldade defensiva?
— Eu sou um treinador que pensa o jogo também defensivamente. Quem acompanha as minhas equipes talvez enxergue isso. Eu vejo que o futebol moderno o pessoal muitas vezes deixa isso de lado. E não estou falando especificamente do Botafogo, estou falando a nível nacional. Aí acho que a gente olha muito para o jogador. O jogador é importante, tem características de marcador muitas vezes. Acho que a gente não pode deixar de formar jogadores com essa qualidade defensiva, para mim o Justino é um grande exemplo desse. A gente não pode excluir ele do processo, estou falando do Justino porque tenho uma propriedade maior para falar sobre ele. A gente não pode olhar só para o aspecto de jogar com bola, também é importante olhar para isso, formar jogadores para isso. Alguns ajustes são coletivos, essa é a dificuldade também. Não é só jogo aéreo, são detalhes coletivos que a gente precisa ajustar.
— Acho que esse é o passo que estamos tentando ajustar. O ponto também é a falta de confiança. Temos muitos jogadores que são bons defensores, excelentes defensores. E que, talvez pelo momento que o clube está passando, essa confiança defensiva vai caindo. Por isso que eu volto a dizer: acho que a vitória é importante para trazer confiança no aspecto geral. Nesse sentido defensivo, não posso dizer sobre o que era antes. Quando (a defesa) foi vencedora, eu não estava no clube. Não me compete dizer. O que a gente está tentando fazer é ajustar essa questão defensiva, que acho que hoje teve uma boa evolução. Primeiro tempo contra o Athletico acho que também tivemos uma boa atuação defensiva.
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O Botafogo venceu o Mirassol por 3 a 2 nesta quarta-feira e saiu da zona de rebaixamento. O técnico interino Rodrigo Bellão conseguiu a primeira vitória após dois jogos no comando do time. Esta foi provavelmente sua despedida da equipe, que está acordada com o treinador Franclim Carvalho.
— Estou extremamente feliz. A vitória vai trazer confiança para a gente. Estou no futebol há quase 20 anos, e esse talvez seja um dos maiores aprendizados que tive na minha experiência toda. A gente conseguiu competir bem e, a partir do competir, o gol vem e isso dá confiança para a gente jogar melhor. Feliz pela oportunidade, por viver esse momento no Nilton Santos — disse Bellão.
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Com o resultado, o Botafogo chegou a nove pontos e pulou para a 12ª posição. O time ainda pode ser ultrapassado por até três equipes que ainda jogam na rodada (Bragantino, Santos e Atlético-MG/Chapecoense), mas não corre riscos de voltar para o Z-4 agora.
Novo técnico do Botafogo, Franclim Carvalho é esperado no Rio de Janeiro na noite desta quinta-feira para se apresentar ao clube. Com um pré-acordo já assinado, o português de 39 anos será o sucessor de Martín Anselmi, demitido há pouco menos de duas semanas.
Rodrigo Bellão, técnico interino do Botafogo
Alexandre Durão
Outras declarações de Bellão:
Justino
— Dar essa oportunidade para o Justino, que é capitão do sub-20, é uma cereja do bolo, me deixa mais feliz ainda.
Ajustes para não tomar mais gols
— Acho que os números estão aí, em relação a sofrer gols. É uma questão que eu tentei trabalhar bastante, minha ideia foi trabalhar consistência defensiva durante esse período. Não posso falar algo em relação à falta de comprometimento. São questões de ajustes, o que eu estou tentando fazer é trazer esse equilíbrio defensivo. Não é que a equipe defende mal, mas a falta de resultado vai gerando uma bola de neve que leva a isso. É importante manter uma consistência defensiva para dar um passo de cada vez. É isso que eu estou tentando desenvolver aqui.
Diferenças de trabalhar na base e no profissional
— Nesses 19 anos de carreira eu já trabalhei como profissional algumas vezes, flutuei entre base e profissional. O que o Botafogo me traz de experiência hoje é trabalhar com muitos jogadores de nível internacional. No meu clube anterior trabalhei com o Fernandinho, que foi capitão do Manchester City. O futebol é um funil, nem todos vão chegar no alto nível, e essa experiência me fez entender como lidar individualmente com o atleta. Em relação ao xadrez tático, hoje no sub-20 nós temos muitos treinadores capacitados. Estava conversando com o Guanaes, ele é um grande amigo meu, já o enfrentei antes. Há dez anos ele já era um bom treinador. Hoje a gente encontra grandes treinadores na base. No profissional, a grande diferença é o nível do jogador, você consegue mudar taticamente com maior facilidade.
Como você vê essa dificuldade defensiva?
— Eu sou um treinador que pensa o jogo também defensivamente. Quem acompanha as minhas equipes talvez enxergue isso. Eu vejo que o futebol moderno o pessoal muitas vezes deixa isso de lado. E não estou falando especificamente do Botafogo, estou falando a nível nacional. Aí acho que a gente olha muito para o jogador. O jogador é importante, tem características de marcador muitas vezes. Acho que a gente não pode deixar de formar jogadores com essa qualidade defensiva, para mim o Justino é um grande exemplo desse. A gente não pode excluir ele do processo, estou falando do Justino porque tenho uma propriedade maior para falar sobre ele. A gente não pode olhar só para o aspecto de jogar com bola, também é importante olhar para isso, formar jogadores para isso. Alguns ajustes são coletivos, essa é a dificuldade também. Não é só jogo aéreo, são detalhes coletivos que a gente precisa ajustar.
— Acho que esse é o passo que estamos tentando ajustar. O ponto também é a falta de confiança. Temos muitos jogadores que são bons defensores, excelentes defensores. E que, talvez pelo momento que o clube está passando, essa confiança defensiva vai caindo. Por isso que eu volto a dizer: acho que a vitória é importante para trazer confiança no aspecto geral. Nesse sentido defensivo, não posso dizer sobre o que era antes. Quando (a defesa) foi vencedora, eu não estava no clube. Não me compete dizer. O que a gente está tentando fazer é ajustar essa questão defensiva, que acho que hoje teve uma boa evolução. Primeiro tempo contra o Athletico acho que também tivemos uma boa atuação defensiva.
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