Os primeiros dias de Artur Jorge como técnico do Cruzeiro
Perto de estrear na Libertadores e em busca de retomada no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro perdeu Cássio, uma das grandes referências do elenco. O gol – agora assumido por Matheus Cunha – volta a ser motivo de atenção, após ter sido o principal alvo da “era milionária” do clube.
Mais notícias do Cruzeiro
A busca por um goleiro experiente foi o primeiro movimento de mercado feito pelo Cruzeiro quando Pedro Lourenço comprou a SAF, em abril de 2024. Cássio – então reserva do Corinthians – foi sugerido pelo próprio presidente e se tornou a primeira contratação da gestão.
A preocupação da diretoria era ter, novamente, uma referência para a posição. Foram quase 20 anos de titularidade de Fábio e uma passagem de altos e baixos de Rafael Cabral. Ganhou a Série B, mas pediu para ser negociado em meio às críticas, pouco antes de Lourenço assumir o clube.
71% dos times que não venceram até a oitava rodada foram rebaixados
A passagem de bastão até a abertura da janela de transferências foi feita por Anderson, atualmente na Chapecoense. Cássio assumiu a posição em julho de 2024, dois meses após chegar a Belo Horizonte. Desde então, só ficou fora por suspensão, lesão ou por planejamento físico da comissão técnica.
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Cássio também teve momentos de dificuldades, especialmente entre o fim de 2024 e o primeiro trimestre de 2025. Sob o comando de Leonardo Jardim, passou por uma readaptação física – com perda de peso para ganho de mobilidade – e foi uma das principais peças nas campanhas de terceiro lugar do Brasileirão e de semifinalista da Copa do Brasil.
Neste ano, o goleiro também estava em alta. Teve atuação de destaque no empate contra o Mirassol e, antes da lesão, fez pelo menos duas defesas na derrota para o Flamengo, evitando um placar pior.
Chance para Matheus Cunha
Desde que houve a confirmação sobre a gravidade da lesão de Cássio, o Cruzeiro definiu que não buscaria substituto em um momento inicial. Situação que foi confirmada com o fim da janela de transferências, na última sexta-feira. Matheus Cunha será a principal opção, pelo menos até a pausa para a Copa do Mundo.
O jogador foi contratado do Flamengo justamente com o intuito de ser uma alternativa confiável para Cássio, também pensando em um projeto a médio prazo. Matheus Cunha tem 24 anos e chegou a ter sequência como titular em 2023 e 2024.
Matheus Cunha em treino do Cruzeiro
Gustavo Aleixo/Cruzeiro
No Cruzeiro, o goleiro sofreu lesão no joelho ainda na pré-temporada e perdeu a oportunidade de jogar nas rodadas iniciais do Mineiro. Tem cinco jogos disputados e seis gols sofridos. Depois do duelo com o Athletico-PR, pediu tempo para ganhar ritmo e chegar ao melhor nível.
Matheus Cunha diz que é hora de o Cruzeiro esquecer Leonardo Jardim
– Preciso de jogo para ganhar ritmo. Venho de uma lesão. Assinei com o Cruzeiro em junho e fiquei todo esse tempo parado, sem poder atuar. Foram dez meses sem atuar, preciso de jogo para ganhar ritmo e confiança. Me sinto preparado, tenho grandes jogos na carreira. Trabalhar para conquistar a confiança da torcida e mostrar que mereço essa oportunidade.
Além de Matheus Cunha, o Cruzeiro tem dois jogadores da base fazendo parte do elenco principal: Otávio e Marcelo Eráclito. O primeiro é reserva imediato, tem passagem por seleções de base e fez três jogos no Mineiro deste ano. Marcelo ainda não estreou na equipe principal.
Assista: tudo sobre o Cruzeiro no ge, na Globo e no Sportv
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Perto de estrear na Libertadores e em busca de retomada no Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro perdeu Cássio, uma das grandes referências do elenco. O gol – agora assumido por Matheus Cunha – volta a ser motivo de atenção, após ter sido o principal alvo da “era milionária” do clube.
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A busca por um goleiro experiente foi o primeiro movimento de mercado feito pelo Cruzeiro quando Pedro Lourenço comprou a SAF, em abril de 2024. Cássio – então reserva do Corinthians – foi sugerido pelo próprio presidente e se tornou a primeira contratação da gestão.
A preocupação da diretoria era ter, novamente, uma referência para a posição. Foram quase 20 anos de titularidade de Fábio e uma passagem de altos e baixos de Rafael Cabral. Ganhou a Série B, mas pediu para ser negociado em meio às críticas, pouco antes de Lourenço assumir o clube.
71% dos times que não venceram até a oitava rodada foram rebaixados
A passagem de bastão até a abertura da janela de transferências foi feita por Anderson, atualmente na Chapecoense. Cássio assumiu a posição em julho de 2024, dois meses após chegar a Belo Horizonte. Desde então, só ficou fora por suspensão, lesão ou por planejamento físico da comissão técnica.
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Cássio também teve momentos de dificuldades, especialmente entre o fim de 2024 e o primeiro trimestre de 2025. Sob o comando de Leonardo Jardim, passou por uma readaptação física – com perda de peso para ganho de mobilidade – e foi uma das principais peças nas campanhas de terceiro lugar do Brasileirão e de semifinalista da Copa do Brasil.
Neste ano, o goleiro também estava em alta. Teve atuação de destaque no empate contra o Mirassol e, antes da lesão, fez pelo menos duas defesas na derrota para o Flamengo, evitando um placar pior.
Chance para Matheus Cunha
Desde que houve a confirmação sobre a gravidade da lesão de Cássio, o Cruzeiro definiu que não buscaria substituto em um momento inicial. Situação que foi confirmada com o fim da janela de transferências, na última sexta-feira. Matheus Cunha será a principal opção, pelo menos até a pausa para a Copa do Mundo.
O jogador foi contratado do Flamengo justamente com o intuito de ser uma alternativa confiável para Cássio, também pensando em um projeto a médio prazo. Matheus Cunha tem 24 anos e chegou a ter sequência como titular em 2023 e 2024.
Matheus Cunha em treino do Cruzeiro
Gustavo Aleixo/Cruzeiro
No Cruzeiro, o goleiro sofreu lesão no joelho ainda na pré-temporada e perdeu a oportunidade de jogar nas rodadas iniciais do Mineiro. Tem cinco jogos disputados e seis gols sofridos. Depois do duelo com o Athletico-PR, pediu tempo para ganhar ritmo e chegar ao melhor nível.
Matheus Cunha diz que é hora de o Cruzeiro esquecer Leonardo Jardim
– Preciso de jogo para ganhar ritmo. Venho de uma lesão. Assinei com o Cruzeiro em junho e fiquei todo esse tempo parado, sem poder atuar. Foram dez meses sem atuar, preciso de jogo para ganhar ritmo e confiança. Me sinto preparado, tenho grandes jogos na carreira. Trabalhar para conquistar a confiança da torcida e mostrar que mereço essa oportunidade.
Além de Matheus Cunha, o Cruzeiro tem dois jogadores da base fazendo parte do elenco principal: Otávio e Marcelo Eráclito. O primeiro é reserva imediato, tem passagem por seleções de base e fez três jogos no Mineiro deste ano. Marcelo ainda não estreou na equipe principal.
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