A decisão do Comitê Olímpico Internacional (COI) de restringir a participação na categoria feminina a atletas consideradas “biologicamente mulheres”, com a reintrodução de testes genéticos a partir dos Jogos de Los Angeles 2028, ganhou apoio de países como Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos, em contraste com a França, que classificou a medida como um “retrocesso”.