Índia 0 x 4 Brasil | Melhores momentos | Amistoso Internacional 2026
Em um amistoso com competitividade tão baixa e condições climáticas adversas, é difícil analisar algo na Seleção além da postura. E foi justamente neste ponto que o Brasil deixou a desejar no 4 a 0 deste sábado diante da Índia, em Calcutá.
+ Felipe Melo critica atuações da Seleção: “Tem dado passos para trás”
Por mais que o pacote completo não fosse dos mais animadores com um adversário número 138 no ranking da FIFA, um calor de 30 graus mesmo de noite e um gramado ruim, a Seleção de Ancelotti segurou demais o ritmo. Toques para o lado, falta de agressividade na marcação e falta de paciência no campo de ataque fizeram do primeiro tempo modorrento.
Felipe Melo critica atuações da Seleção: “Dando passos para trás”
A passividade era tanta que a frágil seleção indiana se deu o direito de partir para o ataque, conseguir quatro escanteios e finalizar três vezes. Menos mal que Estevão apostou na jogada individual e contou com falha do goleiro para fazer 1 a 0 aos 28.
Vini Júnior jogou em rotação baixa e pouco criou. As dinâmicas de meio de campo também não funcionaram com Andrey, Danilo e Bontempo. Coube a Estevão mais uma vez aparecer para servir Pedro no 2 a 0. Pouco antes, o atacante do Flamengo tinha acertado a trave em cabeçada.
O Brasil administrou o quanto foi possível um jogo que sequer tinha atmosfera empolgante. Por mais que o torcedor seja fanático pela Seleção, a falta de cultura do futebol tornou as reações reduzidas e apáticas.
+ Ancelotti elogia estreantes da Seleção e se diz satisfeito com Data Fifa
Vini Jr disputa a bola em Brasil x Índia
Rafael Ribeiro/CBF
Na volta do intervalo, Ancelotti trocou cinco peças, e a Seleção ao menos teve mais controle de jogo com a bola no campo de ataque. A circulação de um lado para o outro buscava espaços, e Samuel Lino foi quem melhor aproveitou a oportunidade.
O atacante do Flamengo marcou dois gols em jogadas de mano a mano para dar uma cara de goleada ao placar: 4 a 0. Por mais que seja ainda uma diferença modesta para a disparidade entre as equipes.
Carlo Ancelotti aproveitou o segundo tempo para observar peças e variar esquemas. Foram dez substituições em um time que voltou com o zagueiro Arthur Dias na lateral esquerda e terminou o jogo no 4-4-2, com Bidon entrando no lugar de Estevão.
Elementos para a análise de um time que enfrentou condições adversas, competitividade baixa, mas podia ter uma postura diferente. Fica a reflexão para o reencontro na Data Fifa de novembro, contra Japão e a também frágil seleção de Singapura.
Em um amistoso com competitividade tão baixa e condições climáticas adversas, é difícil analisar algo na Seleção além da postura. E foi justamente neste ponto que o Brasil deixou a desejar no 4 a 0 deste sábado diante da Índia, em Calcutá.
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Por mais que o pacote completo não fosse dos mais animadores com um adversário número 138 no ranking da FIFA, um calor de 30 graus mesmo de noite e um gramado ruim, a Seleção de Ancelotti segurou demais o ritmo. Toques para o lado, falta de agressividade na marcação e falta de paciência no campo de ataque fizeram do primeiro tempo modorrento.
Felipe Melo critica atuações da Seleção: “Dando passos para trás”
A passividade era tanta que a frágil seleção indiana se deu o direito de partir para o ataque, conseguir quatro escanteios e finalizar três vezes. Menos mal que Estevão apostou na jogada individual e contou com falha do goleiro para fazer 1 a 0 aos 28.
Vini Júnior jogou em rotação baixa e pouco criou. As dinâmicas de meio de campo também não funcionaram com Andrey, Danilo e Bontempo. Coube a Estevão mais uma vez aparecer para servir Pedro no 2 a 0. Pouco antes, o atacante do Flamengo tinha acertado a trave em cabeçada.
O Brasil administrou o quanto foi possível um jogo que sequer tinha atmosfera empolgante. Por mais que o torcedor seja fanático pela Seleção, a falta de cultura do futebol tornou as reações reduzidas e apáticas.
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Elementos para a análise de um time que enfrentou condições adversas, competitividade baixa, mas podia ter uma postura diferente. Fica a reflexão para o reencontro na Data Fifa de novembro, contra Japão e a também frágil seleção de Singapura.