Pressionado, Corinthians aposta em inteligência emocional para resgatar força em casa

Corinthians x Vitória: informações e palpite para o jogo
A Neo Química Arena deixou de ser um trunfo do Corinthians em um dos momentos mais delicados da temporada. Nesta segunda-feira, às 20h (de Brasília), o Timão recebe o Vitória, pela 31ª rodada do Campeonato Brasileiro, pressionado pela necessidade de interromper a sequência de oito derrotas e se afastar da zona de rebaixamento.
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O problema para a equipe paulista é que jogar ao lado de seu torcedor deixou de ser um trunfo e virou um problema. No primeiro turno do Brasileirão, o Corinthians teve aproveitamento de 57% dos pontos disputados na Neo Química Arena. No returno, o índice despencou para 7%, com um empate (Athletico-PR) e quatro derrotas (Cruzeiro, Santos, Chapecoense e Fluminense).
Até o momento, o Timão é o quarto pior mandante desta edição da Série A, com 18 pontos somados em 45 disputados. O rendimento só é melhor que os de Internacional, Remo e Chapecoense.
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Seedorf em treino do Corinthians no CT Joaquim Grava
Rodrigo Coca/Agência Corinthians
Diante do contexto de crise, o recém-contratado Clarence Seedorf usou seus cinco primeiros dias de trabalho para tentar fortalecer o lado mental dos jogadores. A nova comissão técnica avaliou que, neste primeiro momento, o aspecto psicológico seria mais importante do que novos conceitos táticos.
O novo chefe corintiano pediu maior aproximação da psicóloga Anahy Couto com os atletas e promoveu pequenas mudanças na rotina de funcionários e jogadores. Uma das medidas foi determinar que os televisores espalhados pelo CT Joaquim Grava exibissem apenas conteúdos positivos, como lances de gols, vitórias e títulos.
A tendência é de que o Corinthians entre em campo para enfrentar o Vitória sem grandes novidades na escalação com o time desenhado no 4-4-2, tendo Yuri Alberto como referência no ataque e Gabriel Paulista formando dupla de zaga ao lado de Gustavo Henrique.
A expectativa interna é de que as mudanças trazidas por Seedorf não estejam propriamente na formação, mas sim na reação dos atletas diante dos momentos de adversidade.
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