Fluminense 1 x 2 Palmeiras | Melhores momentos | Ida da semifinal | CONMEBOL Libertadores 2026
O Fluminense largou com desvantagem na semifinal da Libertadores, ao perder o jogo de ida por 2 a 1, para o Palmeiras, nesta quarta-feira, no Maracanã. Ao fim da partida, o técnico Marcão analisou o desempenho de sua equipe.
— Todo mundo sabe que o Palmeiras joga desse jeito. São muito eficazes. Nossa equipe tinha que atacar jogando em casa, buscando variações. Assim nossa equipe buscou o tempo todo. Jogamos na segunda fase no último terço, quase 70% de posse. Criando situações e buscando espaços para furar a defesa deles que é muito forte, só conseguimos isso no final. Falamos sobre a maneira de jogo, sabíamos que viriam desse jeito, até pela maneira que se posicionaram, colocaram o terceiro zagueiro, como têm feito ultimamente, e um jogo de transição muito forte — considerou Marcão.
Marcão, técnico do Fluminense, em Fluminense x Palmeiras, pela semifinal da Libertadores
André Durão
A equipe tricolor teve um bom início, com domínio da posse de bola e algumas chances de gol criadas, mas pecou nas finalizações e viu o adversário abrir o placar e, na sequência, ampliar. Nos acréscimos, a entrada do jovem Wesley Natã foi fundamental para o time descontar e ir para o jogo de volta, em São Paulo, em situação menos desconfortável.
Veja outras respostas do treinador:
Entrada de Wesley Natã
— Acho que o jogo desenhou para isso, eu precisava de um homem de um para um, aproveitamos. A gente tem o Soteldo também, que hoje a gente não colocou, mas a gente aproveitou realmente a boa fase dele e ele já vem entrando bem e vem dando respostas e mais uma vez ele criou uma situação do lado de campo. E na hora que precisou estar dentro da área, ele foi muito efetivo e fez o gol e deu essa condição. E naturalmente, está crescendo, jogando jogos importantes, trabalhando muito no dia a dia e por isso está tendo oportunidade e em algum momento vai chegar o momento dele de sair jogando.
Postura da equipe
— Imaginamos que o Palmeiras viria com terceiro zagueiro, zagueiros que caçam no campo adversário. Essa opção do Ganso… ele jogou muito bem até quando a gente trocou. A gente sabia como o Palmeiras marca, nessa situação faltou um pouco de criatividade na hora que os zagueiros deles saíam para caçar. Depois que tomamos o segundo gol foi a hora que nossa equipe menos teve produtividade, por isso buscamos algumas mudanças. Tentamos variação com Lucho, Castillo. Sentimos um pouco de falta do nosso pivô, era um jogo importante para ter com Hulk, depois colocamos Soteldo. Criamos algumas situações de profundidade que Serna nos entrega e depois o Wesley (Natã). São jogadores bem posicionados, que precisam de muita movimentação. Na parada técnica pedi para que a gente fosse mais efetivo, colocasse a bola na área, bola rápida para atacar esse espaço. Se não a gente ia ficar eternamente trocando bola. Lógico que não é o resultado que queríamos, mas acho que do que fizemos podemos ajustar bem, ir em São Paulo e buscar uma vitória que é normal. É o time de guerreiros, o Fluminense é um time para quem acredita, e depois desse gol a gente acredita ainda mais.
Experiência em copas
— Já passamos por várias situações. Teve o gol do John Kennedy, o jogo contra o Rivadavia. Jogos difíceis, desacreditados, mas internamente somos muito fortes. Sabemos da responsabilidade, do compromisso que temos lá em São Paulo. Mas temos convicção e fé que podemos fazer um grande jogo lá como foi em 2023, em 2024 lá no Palestra também precisávamos ganhar contra uma situação de descenso. Conversamos no vestiário, todos muito tristes pela derrota, mas com muita confiança que podemos ir a São Paulo e conseguir a vitória que nos traga a classificação.
Sobre estratégia pro jogo de volta
— Trabalhar essa última parte do campo, analisar realmente todo jogo, o que o Palmeiras tem feito nessas últimas partidas. Acredito que eles não vão mudar, jogando em casa, o que eles vêm jogando. Acabaram de uma maneira segura e está dando certo, mas acredito que a gente consiga criar algumas variações em cima disso e usar no jogo da volta. Talvez jogar com dois homens mais centralizados, segurando. É lógico que a gente vai buscar a melhor variação do jogo. Vamos com calma, avaliar isso. Tem uma semana, tem o jogo do Santos e pensando também no jogo do Palmeiras, o que a gente pode fazer pra furar essa defesa, que é muito forte.
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O Fluminense largou com desvantagem na semifinal da Libertadores, ao perder o jogo de ida por 2 a 1, para o Palmeiras, nesta quarta-feira, no Maracanã. Ao fim da partida, o técnico Marcão analisou o desempenho de sua equipe.
— Todo mundo sabe que o Palmeiras joga desse jeito. São muito eficazes. Nossa equipe tinha que atacar jogando em casa, buscando variações. Assim nossa equipe buscou o tempo todo. Jogamos na segunda fase no último terço, quase 70% de posse. Criando situações e buscando espaços para furar a defesa deles que é muito forte, só conseguimos isso no final. Falamos sobre a maneira de jogo, sabíamos que viriam desse jeito, até pela maneira que se posicionaram, colocaram o terceiro zagueiro, como têm feito ultimamente, e um jogo de transição muito forte — considerou Marcão.
Marcão, técnico do Fluminense, em Fluminense x Palmeiras, pela semifinal da Libertadores
André Durão
A equipe tricolor teve um bom início, com domínio da posse de bola e algumas chances de gol criadas, mas pecou nas finalizações e viu o adversário abrir o placar e, na sequência, ampliar. Nos acréscimos, a entrada do jovem Wesley Natã foi fundamental para o time descontar e ir para o jogo de volta, em São Paulo, em situação menos desconfortável.
Veja outras respostas do treinador:
Entrada de Wesley Natã
— Acho que o jogo desenhou para isso, eu precisava de um homem de um para um, aproveitamos. A gente tem o Soteldo também, que hoje a gente não colocou, mas a gente aproveitou realmente a boa fase dele e ele já vem entrando bem e vem dando respostas e mais uma vez ele criou uma situação do lado de campo. E na hora que precisou estar dentro da área, ele foi muito efetivo e fez o gol e deu essa condição. E naturalmente, está crescendo, jogando jogos importantes, trabalhando muito no dia a dia e por isso está tendo oportunidade e em algum momento vai chegar o momento dele de sair jogando.
Postura da equipe
— Imaginamos que o Palmeiras viria com terceiro zagueiro, zagueiros que caçam no campo adversário. Essa opção do Ganso… ele jogou muito bem até quando a gente trocou. A gente sabia como o Palmeiras marca, nessa situação faltou um pouco de criatividade na hora que os zagueiros deles saíam para caçar. Depois que tomamos o segundo gol foi a hora que nossa equipe menos teve produtividade, por isso buscamos algumas mudanças. Tentamos variação com Lucho, Castillo. Sentimos um pouco de falta do nosso pivô, era um jogo importante para ter com Hulk, depois colocamos Soteldo. Criamos algumas situações de profundidade que Serna nos entrega e depois o Wesley (Natã). São jogadores bem posicionados, que precisam de muita movimentação. Na parada técnica pedi para que a gente fosse mais efetivo, colocasse a bola na área, bola rápida para atacar esse espaço. Se não a gente ia ficar eternamente trocando bola. Lógico que não é o resultado que queríamos, mas acho que do que fizemos podemos ajustar bem, ir em São Paulo e buscar uma vitória que é normal. É o time de guerreiros, o Fluminense é um time para quem acredita, e depois desse gol a gente acredita ainda mais.
Experiência em copas
— Já passamos por várias situações. Teve o gol do John Kennedy, o jogo contra o Rivadavia. Jogos difíceis, desacreditados, mas internamente somos muito fortes. Sabemos da responsabilidade, do compromisso que temos lá em São Paulo. Mas temos convicção e fé que podemos fazer um grande jogo lá como foi em 2023, em 2024 lá no Palestra também precisávamos ganhar contra uma situação de descenso. Conversamos no vestiário, todos muito tristes pela derrota, mas com muita confiança que podemos ir a São Paulo e conseguir a vitória que nos traga a classificação.
Sobre estratégia pro jogo de volta
— Trabalhar essa última parte do campo, analisar realmente todo jogo, o que o Palmeiras tem feito nessas últimas partidas. Acredito que eles não vão mudar, jogando em casa, o que eles vêm jogando. Acabaram de uma maneira segura e está dando certo, mas acredito que a gente consiga criar algumas variações em cima disso e usar no jogo da volta. Talvez jogar com dois homens mais centralizados, segurando. É lógico que a gente vai buscar a melhor variação do jogo. Vamos com calma, avaliar isso. Tem uma semana, tem o jogo do Santos e pensando também no jogo do Palmeiras, o que a gente pode fazer pra furar essa defesa, que é muito forte.
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