Rossi enaltece atuação em clássico e projeta Estudiantes x Flamengo
Criticado na rodada do meio de semana por uma falha em lance com Jorginho, Rossi viveu o oposto na vitória por 1 a 0 do Flamengo sobre o Fluminense, no Maracanã. O goleiro fez pelo menos duas grandes defesas e ajudou a equipe a garantir não só o resultado positivo, como a manutenção da liderança do Campeonato Brasileiro. Após a partida, ele falou sobre os comentários e a possibilidade de deixar para trás o empate com o Santos.
— Acho que o mais importante era conseguir a vitória para manter essa liderança que tanto buscamos. Depois de um jogo em que saímos com o resultado talvez um pouco injusto da maneira que foi, mas sabíamos que três dias depois tínhamos um clássico para reverter essa imagem que tinha ficado na nossa cabeça. Essa vitória mostra que fizemos um grande esforço e um grande jogo para vencer mais um clássico. Sobre a minha atuação, vou falar o que? Está aí na visão de todo mundo que hoje teve participação exclusiva com duas defesas muito importantes. Mas é parte do meu trabalho e a vida do goleiro é assim – avaliou o goleiro.
Na última quinta-feira, o Flamengo vencia a partida por 2 a 0 aos 26 minutos do segundo tempo, quando Rossi, jogando com os pés, tocou para Jorginho na entrada da área. Pressionado, o volante caiu no chão e acabou tocando com as mãos na bola. Após longa revisão no VAR, o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti e expulsou o volante. Neymar converteu e diminuiu para o Santos, que ainda empataria a partida na outra penalidade.
— Sempre bom jogar a cada três dias. Fica pouco tempo para se lamentar e ficar frustrado pelo resultado ou da atuação individual. Acaba sendo mais um erro do time, a gente tem uma ideia de jogar, no primeiro tempo saímos bem de situações até mais perigosas do que no lance do gol. Acaba sendo aquela injustiça do lance que é pênalti e mais a expulsão. Mas, mesmo com o gol, se ganhamos de 2 a 1, ninguém ia falar do meu erro ou do erro coletivo. Na minha opinião é um pouco cruel falar demais buscando um culpado. No futebol vão ter jogos que o goleiro vai sofrer e falhar – disse Rossi.
— Quero ver se todo mundo que falou de mim vai falar a mesma coisa do gol que o Neuer tomou ontem (sábado). Tem que ter termômetro das coisas. Tem pessoas que usaram o perfil para botar a minha foto na primeira página. Espero que hoje tenha a mesma quantidade de postagens. Eu nem ligo para isso, mas tem gente perto de mim que lê e sofre. Somos humanos. No momento que estamos do ano, com tanta exigência e pressão para conseguir os títulos, é tentar ter um pouco de respeito para nossos jogadores. Estamos vindo de um ano duro e falta mais – completou.
Rossi durante Flamengo x Fluminense
Gilvan de Souza/Flamengo
Logo depois do gol de Carrascal, aos 19 minutos do segundo tempo, Rossi comemorou abraçado a Andrew e Dyogo Alves, os reservas, além do preparador de goleiros Thiago Eler. Ele explicou o momento e falou da importância da relação com os concorrentes.
— Nossa relação é muito boa no dia a dia. A gente obviamente sempre acaba falando dos jogos e de muitas coisas que passamos na semana, mas nunca deixamos de trabalhar. Nós trabalhamos muito. Nossos treinadores nos fazem trabalhar muito. Passamos muito tempo juntos e temos uma relação boa. Às vezes o Dyogo fica fora do banco e sempre acabamos xingando ele um pouco quando isso acontece e ele não está lá para comemorar. Mas hoje esteve e nós três comemoramos com o Thiago (Eler, preparador de goleiros), porque o gol também vem da defesa nos minutos antes. A nossa força faz muita diferença para o dia a dia e lidar com a pressão que é jogar no Flamengo – comentou.
Abraço coletivo dos goleiros do Flamengo após o gol de Carrascal
Rossi terá a oportunidade de voltar à Argentina nesta semana. O Flamengo enfrenta o Estudiantes pela semifinal da Libertadores em La Plata na quinta-feira, às 21h30 (de Brasília). O goleiro, que já jogou pelo clube argentino, brilhou lá nas quartas de final de 2025 e espera ir bem novamente.
— É óbvio que, para mim, sempre é bom jogar na Argentina, mas a gente acaba sofrendo um pouco, então não sei se fica muito bom. Mas sabemos que vai ser um jogo muito difícil na quinta-feira, um jogo de muita importância, muita concentração, são duas finais que temos para tentar chegar em mais uma final da Libertadores, que é um dos nossos objetivos durante esse ano. Estamos perto, mas a gente não pode esquecer nunca de trabalhar, melhorar as pequenas coisas, detalhes que temos para melhorar para continuar construindo coisas boas dentro do campo – finalizou.
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Criticado na rodada do meio de semana por uma falha em lance com Jorginho, Rossi viveu o oposto na vitória por 1 a 0 do Flamengo sobre o Fluminense, no Maracanã. O goleiro fez pelo menos duas grandes defesas e ajudou a equipe a garantir não só o resultado positivo, como a manutenção da liderança do Campeonato Brasileiro. Após a partida, ele falou sobre os comentários e a possibilidade de deixar para trás o empate com o Santos.
— Acho que o mais importante era conseguir a vitória para manter essa liderança que tanto buscamos. Depois de um jogo em que saímos com o resultado talvez um pouco injusto da maneira que foi, mas sabíamos que três dias depois tínhamos um clássico para reverter essa imagem que tinha ficado na nossa cabeça. Essa vitória mostra que fizemos um grande esforço e um grande jogo para vencer mais um clássico. Sobre a minha atuação, vou falar o que? Está aí na visão de todo mundo que hoje teve participação exclusiva com duas defesas muito importantes. Mas é parte do meu trabalho e a vida do goleiro é assim – avaliou o goleiro.
Na última quinta-feira, o Flamengo vencia a partida por 2 a 0 aos 26 minutos do segundo tempo, quando Rossi, jogando com os pés, tocou para Jorginho na entrada da área. Pressionado, o volante caiu no chão e acabou tocando com as mãos na bola. Após longa revisão no VAR, o árbitro Anderson Daronco marcou pênalti e expulsou o volante. Neymar converteu e diminuiu para o Santos, que ainda empataria a partida na outra penalidade.
— Sempre bom jogar a cada três dias. Fica pouco tempo para se lamentar e ficar frustrado pelo resultado ou da atuação individual. Acaba sendo mais um erro do time, a gente tem uma ideia de jogar, no primeiro tempo saímos bem de situações até mais perigosas do que no lance do gol. Acaba sendo aquela injustiça do lance que é pênalti e mais a expulsão. Mas, mesmo com o gol, se ganhamos de 2 a 1, ninguém ia falar do meu erro ou do erro coletivo. Na minha opinião é um pouco cruel falar demais buscando um culpado. No futebol vão ter jogos que o goleiro vai sofrer e falhar – disse Rossi.
— Quero ver se todo mundo que falou de mim vai falar a mesma coisa do gol que o Neuer tomou ontem (sábado). Tem que ter termômetro das coisas. Tem pessoas que usaram o perfil para botar a minha foto na primeira página. Espero que hoje tenha a mesma quantidade de postagens. Eu nem ligo para isso, mas tem gente perto de mim que lê e sofre. Somos humanos. No momento que estamos do ano, com tanta exigência e pressão para conseguir os títulos, é tentar ter um pouco de respeito para nossos jogadores. Estamos vindo de um ano duro e falta mais – completou.
Rossi durante Flamengo x Fluminense
Gilvan de Souza/Flamengo
Logo depois do gol de Carrascal, aos 19 minutos do segundo tempo, Rossi comemorou abraçado a Andrew e Dyogo Alves, os reservas, além do preparador de goleiros Thiago Eler. Ele explicou o momento e falou da importância da relação com os concorrentes.
— Nossa relação é muito boa no dia a dia. A gente obviamente sempre acaba falando dos jogos e de muitas coisas que passamos na semana, mas nunca deixamos de trabalhar. Nós trabalhamos muito. Nossos treinadores nos fazem trabalhar muito. Passamos muito tempo juntos e temos uma relação boa. Às vezes o Dyogo fica fora do banco e sempre acabamos xingando ele um pouco quando isso acontece e ele não está lá para comemorar. Mas hoje esteve e nós três comemoramos com o Thiago (Eler, preparador de goleiros), porque o gol também vem da defesa nos minutos antes. A nossa força faz muita diferença para o dia a dia e lidar com a pressão que é jogar no Flamengo – comentou.
Abraço coletivo dos goleiros do Flamengo após o gol de Carrascal
Rossi terá a oportunidade de voltar à Argentina nesta semana. O Flamengo enfrenta o Estudiantes pela semifinal da Libertadores em La Plata na quinta-feira, às 21h30 (de Brasília). O goleiro, que já jogou pelo clube argentino, brilhou lá nas quartas de final de 2025 e espera ir bem novamente.
— É óbvio que, para mim, sempre é bom jogar na Argentina, mas a gente acaba sofrendo um pouco, então não sei se fica muito bom. Mas sabemos que vai ser um jogo muito difícil na quinta-feira, um jogo de muita importância, muita concentração, são duas finais que temos para tentar chegar em mais uma final da Libertadores, que é um dos nossos objetivos durante esse ano. Estamos perto, mas a gente não pode esquecer nunca de trabalhar, melhorar as pequenas coisas, detalhes que temos para melhorar para continuar construindo coisas boas dentro do campo – finalizou.
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