Corinthians convive com dificuldade no ataque e tem zagueiro como vice-artilheiro em 2026
A Polícia Federal fez uma fiscalização no Parque São Jorge nesta quinta-feira para averiguar a situação da empresa que cuida da segurança da sede social do Corinthians.
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Tratou-se de uma diligência padrão realizada pela PF para fiscalização de empresas de segurança privada.
Segundo o Corinthians, agentes da PF estiveram no Parque São Jorge para checar se a empresa que faz a segurança do local está devidamente regularizada. Conforme o clube, eles viram documentos e, ao constatarem a regularidade da situação, foram embora na sequência.
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Entrada do Parque São Jorge, a sede social do Corinthians
Gabriel Oliveira
Segurança em foco
Não se trata da mesma empresa que motivou uma denúncia do Ministério Público do Estado contra o presidente Osmar Stabile. O MP denunciou o dirigente por apropriação indébita porque Stabile teria usado dinheiro do Corinthians para pagar a empresa Bear Security, que fez sua segurança pessoal e, possivelmente, a de familiares.
Na denúncia, o promotor Cássio Conserino aponta que o clube pagou R$ 721 mil entre julho de 2025 e agosto de 2026 à Bear, que não tem registro na PF para fazer segurança privada.
Durante a investigação, o promotor mandou ofício à PF requerendo a instauração de inquérito no âmbito federal sobre o caso.
Na época da denúncia à Justiça, Stabile alegou que a contratação dos seguranças se deu “em razão do cargo”, devido a ameaças.
O Corinthians também se manifestou e disse, por meio de nota, que a contratação da empresa “ocorreu diante de riscos à integridade do presidente e de seus familiares, relacionados ao exercício da presidência”.
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Na denúncia, o promotor Cássio Conserino aponta que o clube pagou R$ 721 mil entre julho de 2025 e agosto de 2026 à Bear, que não tem registro na PF para fazer segurança privada.
Durante a investigação, o promotor mandou ofício à PF requerendo a instauração de inquérito no âmbito federal sobre o caso.
Na época da denúncia à Justiça, Stabile alegou que a contratação dos seguranças se deu “em razão do cargo”, devido a ameaças.
O Corinthians também se manifestou e disse, por meio de nota, que a contratação da empresa “ocorreu diante de riscos à integridade do presidente e de seus familiares, relacionados ao exercício da presidência”.
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