Crise na Itália: presidente da federação renuncia ao cargo

Itália é eliminada pela Bósnia e fica de fora da Copa mais uma vez
Gabriele Gravina não é mais presidente da Federação Italiana. Após uma reunião entre o mandatário e os demais presidentes das entidades que compõem a federação nesta quinta-feira, na sede da FIGC, em Roma, Gavina informou que havia renunciado ao cargo que ocupava desde fevereiro de 2025. Uma nova eleição será feita dia 22 de junho.
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O presidente da FIGC, Gabriele Gravina, esteve presente nos jogos das Eliminatórias
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A decisão de Gabriele Gravina acontece dois dias depois da Itália não se classificar pela terceira vez seguida para a Copa do Mundo. Ausente das edições de 2018 e 2022, a seleção italiana – tetracampeã mundial – ficará fora também em 2026, depois de perder a vaga para a Bósnia, na última terça-feira, com derrota por 4 a 1 nos pênaltis.
Sandro Tonali chora a eliminiação da Itália
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Essa é a primeira vez que isso acontece com uma equipe que conquistou pelo menos um título da Copa. Por conta disso, os dias na Itália estão sendo turbulentos. Na última quarta-feira, o ministro de Esporte e Juventude, Andrea Abodi, já havia cobrado por mudanças na federação de futebol do país (FIGC), e inclusive pediu a demissão de Gabriele Gravina.
A federação italiana decidirá por um novo presidente no dia 22 de junho. A data escolhida foi em total conformidade com o Estatuto Federal para garantir que a nova gestão concluísse o processo para os próximos campeonatos profissionais.
Última vitória da Itália em Copas foi em Manaus