No futebol, há jogadores que carregam a bola. E há aqueles que carregam o destino. Endrick, com seus passos ainda curtos de idade, já pisa como quem conhece o peso da história. Não é só sobre gols ou assistências, embora venham, quase sempre com uma naturalidade desconcertante. É sobre presença. Sobre o tal “molho” que não se ensina, não se treina, não se compra.